sexta-feira, 27 de novembro de 2009

Porque eu contei essa historinha pra minha irmã quando faltou luz!

Era uma vez os três porquinhos. Um dia estavam andando pela floresta quando encontraram a Chapéuzinho Vermelho chorando. Se aproximaram e perguntaram o que tinha acontecido.
- O Lobo Mau roubou a cestinha com a pizza de calabreza da vovó!!! - Ela disse chorando. - E depois saiu correndo!!
Os porquinhos então disseram que iam ajudá-la e os quatro partiram atrás do lobo mau. Seguiram pela floresta até saírem e encontrarem uma bota gigante onde moravam uma velhota e seus trocentos filhos.
Chegaram lá e bateram na porta. A velhota atendeu.
- A Senhora viu um lobo correndo com uma cesta? - Perguntaram os porquinhos.
- Ele era meio gay? - Perguntou a velha
Eles deram de ombros e ela apontou o caminho. Os quatro continuaram, os porquinhos e a chorona da chapéuzinho.
Até que acharam a casa dos três ursos. Os porquinhos bateram na porta e eles atenderam.
-Oi - Papai urso
-Ola -mamãe urso
-nhoi! - ursinho.
- Vocês viram um lobo passar correndo?- Perguntaram os porquinhos.
- Ele era mau? - Perguntou o papai urso. Os porquinhos afirmaram.
- Ele estava com uma cesta? - Perguntou a mamãe urso. Os porquinhos afirmaram.
- Ele era meio gay? - Perguntou o ursinho.
Deram novamente de ombros e os ursos apontaram o caminho. Os quatro seguiram. Até que chegaram na casa da vovó.
Os porquinhos disseram para a Chapéuzinho entrar, então, ainda chorando, ela entrou na casa e... Vocês não sabem o que ela viu!!!
A vovó comendo pizza com o lobo!!!
- Mas o que é isso! - Ela falou.
- Eu e o lobo somos amigos. - Disse a vovó
- Então porque não me contou!! - Falou a Chapéuzinho.
- É que eu não queria dividir a pizza. - falou a vovó meio cabisbaixa.
Mas então tudo se ajeitou e a vovó, o lobo, a chapéuzinho e os porquinhos comeram pizza e viveram felizes para sempre...até a pizza acabar :D


Agora imagina as falas sendo interpretadas.XDD

terça-feira, 24 de novembro de 2009

Até vovó é insana


Netinho, sabe qual é a parada? Ser insano é joinha! Você vai ter uma vidinha supimpa! Cansei de ser velhota Quando pirralha era cerelepe E os velhos não me colocavam na caderinha Disco de vinil era a onda Iamos na discoteca com nossas saias rodadas dançar um rock 'n roll Agora a onda é festa rave e ser durock Mamãe batia na gente com pau mole Hoje é com havaiana Mas será o benedito que vocês não tomam juizo?! Então, meus netinhos, sejam crianças direitas. Não solte a barra da saia de sua mãe Que até eu com alzaimer não esqueci da insanidade



Enim:Esse post vai ser batata!
Arthur:Ah!Com certeza.Vamos surfar na crista da onda!
Enim:Esse troço de tempo da onça é do balacubaco!
Arthur:Não entendi o que é do balacobaco, mas tudo bem...
Enim:É antigasso essa joça
Arthur:O que importa é sermos felizes na nossa insanidade, né? =D
Enim: issae\o

sábado, 21 de novembro de 2009

O presente

E nem seria tanto, porque ,embora quisesse, também não tinha tanto. Na falta de muito por muito, lhe bastaria o pouco por pouco. Porque haveria uma troca.
Seria um dia, um único dia e nunca mais. Ou não, quem sabe? Se bem que não queria esse mais, por enquanto. Só precisava de um dia, uma hora, um minuto para que pudesse ganhar seu presente.
Não seriam livros, roupas ou flores com cartão dentro. Seriam olhos fechados, a boca aberta, o coração batendo mais rápido e um abraço. Por um minuto ou dois, de uma vez só. Ou outro. E mais outro. E depois, ué, adeus!
Seria uma escapada do trivial, do todo-dia. Seria outro mundo, um mundo mais bonito, mais vermelho e [para ela, ao menos], mais real, porque o veria e sentiria de perto, como nunca fez. E quem haveria de fazer? E quem se ATREVERIA a fazer? Felizes aqueles que conseguiram por um minuto ou dois, um dia ou dois, e infeliz aquela que só tem ouvido as exclamações de depois, e não os gemidos de durante.
Sua alma era pobre e precisava dos farrapos dele que, à vista dos outros era um monte de trapos furados, mas à vista dela era um agasalho quente o suficiente para quebrar aquele gelo. Não seria um pobre presente, afinal.

"À Memória de Uma Terra Sem Memória"

Peço que me perdoem a ausência de posts meus, se voces sentiram falta deles, e que compreendam a confusão e falta de criatividade pela qual estou passando..
Hoje o post não é de minha autoria. Eu queria compartilhar com vocês o prólogo de um livro que achei enquanto arrumava a estante do quarto (que é a unica coisa que eu gosto de ficar arrumando, aliás. Sempre acho uma coisa boa pra ler), que se chama 'Volta da Lapa'. Nunca prestei bastante atenção nele, exceto pela capa, um tanto chamativa... e o livro é da minha mãe, que deve ter comprado na época em que fez a faculdade, pois o livro é escrito pelo falecido professor dela, Fernando da Silveira (que Deus o tenha), que era professor de Comunicação Social da Faculdade de Filosofia de Campos.
Na verdade nem sei do que o livro realmente se trata, pois escrevo esse post apenas meia hora depois de ter começado a lê-lo, e tudo o que sei é que ele contém contos muitas vezes metafóricos sobre Campos dos Goytacazes e a lenda mais famosa da cidade, a Lenda do Ururau da Lapa. O título deste post é na verdade a dedicatória que o autor escreveu no livro.
Bom, eis o prólogo:

"O Ururau-Engole-Mundo"

"Este rio mostrando as costelas, assoreado, fétido, não é o Rio Paraíba do Sul. O Ururau bebeu as suas águas. Você está diante do vômito do Ururau.
Não é de admirar, assim, que você não encontre mais as pranchas, aquelas imensas canoas de bordos altos que, com as velas triangulares enfunadas pelo vento, deslizavam como imponentes cisnes reais sobre o dorso da formidável, da colossal torrente.
[...]
Qual é a razão do fogo nos canaviais, que alimentam as usinas que restaram? Por que essa prática criminosa? Porque as nossas elites estão possessas... e o Menino do Machetinho de Ouro ainda não chegou para exorcizá-las, para arrancar o Ururau de suas almas...
Esteja certo de que o ururau não é um simples jacaré-de-papo-amarelo. Na sua carranca medonha brotaram chifres assassinos, mais letais do que o seu rabo demoníaco, mais letais do que sua bocarra devastadora. Foram eles, foram as guampas em labaredas do Ururau, que aniquilaram os vetustos solares da Planície, onde a nata da sociedade agrária fluminense, requintada e culta, desabrochava como flor da civilização ocidental, exibindo os seus mais surpreendentes coloridos e trescalando o mais suave dos perfumes. Até o solar dos Airizes, em cujo abrigo aconchegante Bernardo Guimarães criou a Escrava Isaura, não escapou de sua sanha assassina. Transformou-se, desgraçadamente, naquele pobre edifício em ruínas que nos olha, ao longe, quando demandamos a São João da Barra, como se estivesse a nos pedir socorro.
[...]
Quem afugentou as andorinhas, que estremeciam o céu com suas poéticas revoadas? Quem derrubou as matas, que perfumavam o Vento Nordeste? Foi o Ururau... Foi o Ururau... Ah! O vento Nordeste! Se o Menino do Machetinho de Ouro não chegar a tempo, dia virá em que não o teremos mais acariciando ternamente a Planície. Só nos restará o abrasador hálito do Ururau.
Quem plantou os espigões de concreto no seio da Cidade, se ela pode crescer horizontalmente? Foi o Ururau-Engole-Mundo em sua desmedida fome de dinheiro, pois não lhe foi suficiente engolir o sino de ouro, bem ali na Volta da lapa. Como fedem as fezes do tenebroso jacaré-de-papo-amarelo, como o Ururau emporcalhou uma Cidade outrora bela e perfumada...
Que fim levou o Cine-Teatro Orion? Onde estão as nossas magníficas casas de espetáculos? Que é do Teatro São Salvador? Que é do velho Trianon? Foram devorados pelo Ururau. Com eles, morreu toda uma época... o novo Trianon, embora resplendente, é uma seta de luz apontando para um futuro incerto.
Onde está o campista heróico, que venceu o brejo e seus miasmas? Por que estão de cócoras as estirpes de benta pereira, de José do Patrocínio, de Saldanha da Gama, de Nilo Peçanha, dos Lacerdas? Para onde foi o gigante da Planície** que, na expressiva imagem de Hervé Salgado Rodrigues, tinha muitos metros de altura?
Que é da Lira Guarani? Que é da Lira de Apolo? Que é da Conpiradora? Que é da Operários Campistas? Onde estão as nossas bandas de música que, nos dias de festa, inundavam de alegria as nossas ruas com seus dobrados? Por que estão, assim, tão encolhidas? Por que romperam com a tradição das apresentações das bandas em praça pública? Por que mataram as retretas?***
"Quede" as cantorias e folguedos, que refletem a alma criança da gente simples, do povo ingênuo? "Quede" a Mana Chica? [...] Cadê os repentistas que, cantando e dançando, não deixavam o verso cair?
Onde estão os poetas românticos do Banco das Cismas, os herdeiros de Azevedo Cruz? Onde estão os furtivos amantes da Volta da Lapa? Onde está o Ururau?
O Ururau-Engole-Mundo fugiu do fundo do rio. O Tinhoso está solto por aí. Já fez buracos no céu. Espreita lá em cima o Planeta com seu olhar maligno. [...]"

Fernando Da Silveira - "Volta da Lapa", 2002.
Editora Faculdade de Filosofia de Campos


** [N.Nuffer] Uma dúvida minha: será que o 'gigante da Planície' é aquela estátua do índio que foi derrubada da praça que fica perto da Rodoviária, e que ninguém lembra onde ele está?

*** [Nota do Autor] As bandas de música campistas voltaram às ruas e praças, em face do projeto "Para ver a banda Passar", da Fundação Cultural Jornalista Oswaldo Lima.
[Nuffer: a Lira de Apolo é uma banda sinfônica que uma vez eu vi ensaiando numa casa ao lado do IBEU do Centro, casa essa que era um banco que pegou fogo há muito tempo atrás e não foi reformado]

quinta-feira, 19 de novembro de 2009

5 para as 6h

Parte do céu está azul, outra parte branco e ao leste o dourado avermelhado da aurora.
Dá para ver da janela este espetáculo.
Tenho uma casa bem armada para espetáculos do tipo.
Auroras pela janela da sala
Crepúsculos pela janela da cozinha.
Show de raios pela laje.
Lua cheia pela janela da área e pelo quarto de minha mãe.
Bom, não?
Afinal, é melhor começar um dia vendo ele nascendo que começar um dia mal humorado.
E como a Aurora pode tirar o mal humor.x3

Bem pessoal, escrevo hoje a essa hora para comemorar o ultimo dia letivo (para mim XD) Minhas notas saem terça..
Torçam para eu não estar de recuperação ç_ç''
E é isso aí..

Bem...
São 6 horas da manhã.
Bom proveito em suas camas.

terça-feira, 17 de novembro de 2009

Paralelas

Quem foi que determinou na adedonha que urusbaldo não existe?Só porque eles nunca escutaram esse nome não quer dizer que esse nome não exista, nem muito menos que não comece com "u".Vai ser o nome do meu filho inclusive.


***

Quem foi que determinou na vida que amor não existe?Só porque eles nunca sentiram esse nome não quer dizer que esse nome não exista, nem muito menos que não comece com "a".Vai ser o nome do meu filho inclusive.

Sejam sempre felizes na sua insanidade! ;p

P.S.:Talvez esse texto nem tenha sentido, então nem procurem significados.

sábado, 14 de novembro de 2009

E Quanto ao Clube

Sem vocabulário chulo aqui.

Sempre falo que o Clube dos Imortais é O livro, que é para ler e tal; mas nunca falei sobre ele!!!
Vamos começar os fatos.

Primeiro. O livro é brasileiro. Sim, uma história muito bem feita por um brasileiro, jogando todo seu romantismo e sua alma no texto que vem, além da boa escolha de capa. O Brasil me surpreendeu com este escritor Kizzy Ysatis.

Segundo. Mostra então a pesquisa bem feita que ele fez para escrever a história, o livro se trata de vampiros e, também, te lobisomens e bruxas (mas principalmente de vampiros). E logo de cara já nos mostra o quanto ele pesquisou para seguir as lendas, mas fugindo um pouco delas pro lado romântico.

Terceiro. Sim, tem uma narrativa lenta e com detalhes, mas não enjoa a leitura, só atrai mais, além do mais se passa na atualidade e se passa no Brasil, nada de se exportar para os outros 'mundos'.

Quarto. O Interessante de cada início de capítulo é que este possui citações de outros livros ligados ao romantismo e ao extraordinário, o que nos seduz.

Quinto. Não é repetitivo, além de deixar cenas, que aos olhos pareceriam pesadas, sublimes. Aos olhos de pervertidos, verá todo o tipo de relação, mas aos olhos de românticos, verá a busca de alguém por uma pessoa preciosa.

Sexto. Não há como não se apaixonar pelo Luar...

Resenha:
""NINGUÉM ESCAPA DAQUELE QUE VIVE PARA SEMPRE"

Este não é somente mais um livro de Vampiro

A arte de Kizzy Ysatis não se resume apenas em criar um universo sombrio, com o qual seduz e alimenta a voraz criatura leitora que sobrevive nas entranhas dos que abraçam e veneram o Belo Ofício.
Há muito de sua alma na concepção da trama, na agilidade dos diálogos, na construção das imagens líricas, no clima nostálgico, no uso sofisticado das palavras, na atitude das personagens, nas manobras do suspense, na arquitetura do medo.
Há o facínio do autor que se oculta entre palavras para oportunamente revelar-se ao nosso deleite, surpresa e espanto.
Em sua narrativa sobrevivem minúcias inspiradoras, dramas oníricos, vida pós-imortalidade - parte essencial desse tecido fantástico literário.
E entrelaçados como teia, coexistem o belo e o terrível, o exótico e o conhecido, a descrença e a fé, as mentiras e as verdades que arrebatam os olhos e aprisionamos o espírito até as últimas linhas das páginas finais.
Desfrute o sabor inusitado deste texto de aroma suave e tempero picante, que provoca tantas reaçõesimprevisíveis. Nele há certo gosto de sangue...
Saboreie, na quietude da noite. Um brinde ao Luar! "


Digo então que sou uma amadora para falar desse livro e de qualquer outro.

quinta-feira, 12 de novembro de 2009

Desabafo -.-"

AAAAAAAAAAAAAAAAAHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHH!

O grito é só pra ver se adianta.Porque as reptições da frase "Tudo vai passar..." não estão funcionando.


Sejam sempre felizes na sua insanidade!


P.S.:Hoje essa mensagem final é só uma hipocrisia, porque não é isso que eu tenho vontade de falar.Mas mesmo assim, vamos ser positivos, um dia as coisas melhoram...Pelo menos assim eu espero.

terça-feira, 10 de novembro de 2009

wii~

Sábado de manhã, panguei.
Sábado de tarde me estressei.
Sábado de noite fiquei depressiva.
Domingo de madrugada dormi.
Domingo de madrugada acordei
Domingo de manhã fiz a 1ª fase do vestibular.
Domingo de tarde fiz o teste de Aptidão para Design
Domingo a noite fiquei em casa relaxando.
Segunda de manhã estudei
Segunda de tarde estudei
Segunda de noite recebo a notícia por um amigo meu que passei na primeira fase.



*solta confete e serpentina* \o/

segunda-feira, 9 de novembro de 2009

Everything Again

E tudo está acontecendo de novo, tudo o que eu não queria que acontecesse.
Tudo que eu sabia que ia acontecer, e não queria... não queria mesmo. Voltamos a estaca zero, parece que tudo que aconteceu não foi nada. Isso é o que mais me mata.
Ficar desse jeito, não tenho o direito de ficar assim, mas eu não me respeito, mereço isso afinal! Ninguém tem o direito de me deixar assim, mas adianta falar?
É tudo tão injusto, essa vida é uma merda. Só quero que as coisas melhorem, preciso que elas melhorem.
Vou dar o melhor de mim para melhorar.
Mas repito, ninguém tem o direito de me deixar assim, não tem mesmo, depois de tudo! ¬¬

domingo, 8 de novembro de 2009

Entre olhares eu procuro

Era tão insana a forma que eu deveria estar olhando pras pessoas.Eu olhava em busca de algo novo, que preenchesse meu vazio, que fosse a substituição do que eu tinha vivido a dois meses atrás.E, ao mesmo tempo, pensar que já faziam dois meses que aquela época tinha acabado era triste.

E nenhum daqueles olhares era lindo, e recíproco ao meu, como o daquela pessoa foi naquele tempo.Eles eram vagos, frios; ou simplesmente me ignoravam.Todos me proferiam palavras de um insucesso no futuro, aqueles olhares eram de dar pena, eram imediatos e calculistas, eram só a busca pelo prazer.

E eu queria mais, muito mais.Procurava um alguém que me preenchesse, e me desse tudo que fosse possível.Só prazer não basta.Eu quero amor, segurança, cumplicidade,etc.Eu sou exagerado.

O problema é que, as vezes, eu temo em nunca mais achar isso tudo em uma pessoa.Apesar de não ser exigente quanto a qualidades e defeitos, pois aceito bem qualquer tipo de pessoa, eu quero sempre o que puderem me dar de melhor.Não que eu nunca esteja satisfeito, eu me satisfaço com um pouco de tudo, mas não aceito que me falte algo.Eu preciso estar pleno, completo.Se não for pra ser assim, se for pra ser mais ou menos...Eu prefiro que nem seja.

Enquanto isso, eu vou olhando cada pessoa que passar por mim, insanamente, com meus olhos doidos, na esperança de um dia encontrar quem vai me dar tudo o que eu preciso para ser feliz.

Sejam sempre felizes na sua insanidade! ;]

8-11-2009 00h23min Domingo

"D... Veja... Faz mais de um ano que não falo contigo... Um ano em que muito aconteceu, em que vejo que algumas coisas que falo contigo não passam de doces mentiras. Perdeste meu 17° aniversário... Perdeste minha viagem ao Sul... Perdeste tanta coisa...
Te procurei feito louca e vejo detalhes em ti que, se não fosse por guardar meus segredos, te eliminaria. Não gosto de Hello Kitty e odeio rosa, que foram as únicas que lhe sobraram...
D... Tenho vestibular daqui a 8 horas e não tenho sono... Estou mal, D..., por coisas que fiz... E por essas coisas que fiz, magoei...
D.... Estou depressiva... Meu mundinho instável está desmoronando aos poucos, mas mais rápido...
D.... Estou me despedindo de coisas e pessoas... Há e haverá lágrimas...
D.... Não sou digna de confiança...
Quero chorar, e muito, mas as lágrimas param... Meu coração dói... Já não sou quem era antes... E não sei se no futuro rirei disso...
Hoje não farei boa prova pelo estado em que me encontro... E por mais que eu tente me alegrar, a dor continua... Aquela parte que me falta...
D... Choro... Não compulsivamente como queria, mas rarefeitamente... Vejo os erros que cometo... E como não quero fazê-los novamente, mas sou repetitiva e parece que meus erros também são...
D... Não tenho com quem desabafar... Nem com as pessoas que me ouviriam... Discuto todos os dias com minha mãe, mantenho o silêncio com meu pai, sofro com as crises de minha irmã e minha avó não entenderia. Meu namorado tentaria me consolar, mas não posso ao certo deixar isso, meus amigos são garotos (não seria certo contar), minhas amigas falam de outros assuntos...
D... Sinto falta da voz... Não me olho no espelho pois meu reflexo zomba de mim...
D... Já parei de pensar, parei de sentir minhas pernas, parei de sentir minhas mãos, parei de olhar 'perto', parei de sentir a minha respiração... Só não posso parar de sentir meu coração e tudo que ele tem para me avisar...
13 para as 1h, estou começando a sentir sono... D... Hoje vai ser um dia cinzento, depressivo...
Estava notando sua finura e vi quantos segredos arranquei... E ao reviver alguns, vi o quanto falavam de amor...
Falsos amores, D...
D... Precisarei mais de ti, mas logo irá acabar...
Tu que vive preso, permanecerá comigo...
Boa madrugada."

sexta-feira, 6 de novembro de 2009

Eu queria dizer tanta coisa. Mas de que adianta?

Eu queria dizer que sinto raiva ao persistir em ir naquela página e ler aquelas palavras que são tão doces, mas nem ao menos são minhas. E continuo nesse jogo masoquista, as lágrimas se acumulando... Tenho mesmo.
E tenho raiva de ver que, apesar de tudo, nada mudou, nada meeeeeesmo. E nem vai mudar. Porque não pode e porque não quer.
Eu queria dizer que chorei ontem. Não chorei de tristeza. Chorei de raiva. Muita raiva e nojo. Nojo de mim, nojo do mundo.
Eu queria dizer que a minha opinião é a mesma, aquela triste e preconceituosa: carne podre. Carne renegada. Uma carne tão voluptuosa e deliciosa, mas isso é só para acobertar a podridão.
Eu queria dizer que tenho inveja. Inveja daqueles que têm o coração preenchido. Inveja daqueles que conseguiram enquanto eu só esperei. E quando cansei de ficar sentada esperando, vi que não adiantou muita coisa.
Inveja, é claro, dos IMUNDOS.
Eu queria dizer que tenho medo. Medo de ficar sozinha. Medo de, em vez daqueles outros serem renegados, eu ser a renegada. A esquecida. A sozinha. Porque neguei, porque não quis. Porque não me interessei.
Eu queria dizer que eu me odeio tanto.

E o pior de tudo é que...


'When I had you,

I treated you bad,
And wrong, my dear
And since, since you went away
Don't you know, I sit around
with my head hangin' down
And I wonder
Who's lovin you...'


Oh meu Deus, eu NÃO PRESTO. De verdade.

Me desculpa, amor.

Musicteba =D


Você está bem aqui no meu olhar como sempre.Eu posso respirar.
Para min essa é toda a felicidade que sempre precisei,mas
me diminui comentendo os mesmos erros de sempre
Quanto poder eu preciso ganhar para não ter que machucar mais ninguem?
Vamos seguir em frente sem hesitar,confiando sempre no amor.
Segurar firme na ferida incurável
Nós dois continuamos andando porque não podemos voltar pra manhã.
Embora o pecado doloroso no fundo do meu coração não será apagado,querida

Itsumono shisen ni kimi ga ita kokyu ga dekiru
boku ni totte nara soredake de mou jubun na ha zu na no ni
tipoke na boku ha kurikaesu ayamati bakari
dore hodo tsuyosa wo teni shitara nani mo kizu tsukezu sumono
mayowazuni ikou aiwo shinji kitte iku
fusagaranu kizuguchimo gyutto daki shimete
futari wa aruki tsuzukeru asu niwa modore naikara ima demo
kono mune no oku kesenai tsumi wa itamu keredo,darling.

Musicteba =P


Corte em pedaços,com suas mãos,as memórias do passado
Pare com a respiração da tristesa.Por favor...
Agora atravesse o coração queimado pelo amor
Olhando para céu,o amanha está por vir
Incapaz de controlar o coração duvidoso
O pássaro ao meu lado bateu suas asas,
Ele encontrou luz em algum lugar?
Ei você vai me deixar subir em suas asas?
Leve me até o lugar mais alto e
me deixe longe de corações bondosos.
Corte em pedaços,com suas mãos,as memórias do passado
Pare com a respiração da tristesa.Por favor...
Agora atravesse o coração queimado pelo amor



Kiminotede kirisaite tooihino kiokuwo
kanashimino ikinonewo tometeku re yo
saa aini kogareta munewo tsuranuke
asu gakuruhazuno sorawo mite
mayou bakarino kokoro moteamashiteiru
katawarano toriga habataita
dokoka hikari wo mitsukeraretanokana
naa omaenoseni oremonosetekurenaika
soshite ichiban takaitokorode
okizarinishite yasashikakara toozakete
Kiminotede kirisaite tooihino kiokuwo
kanashimino ikinonewo tometeku re yo
saa aini kogareta munewo tsuranuke

quinta-feira, 5 de novembro de 2009

Heartbreaker

Era uma vez uma menina muito sonhadora. Por viver com a cabeça nas nuvens, ela não se contentava com o mundo à sua volta, que era cinza e triste, então buscava sua paz olhando para as estrelas e querendo ser como elas.
Ela se sentia muito sozinha. Ela queria alguém que a mostrasse as estrelas e caminhasse com ela pelo céu. Procurou à sua volta, entre os homens. Será mesmo que eles poderiam levá-la até o céu, sendo que eles nem ao menos se davam conta que ele existia?
Resolveu então rezar todas as noites, para que Papai do Céu desse a ela um presente diferente quando fosse completar quinze anos: um anjo. Era algo impensável, mas ela sabia que ele era o único para quem ela poderia viver [ou morrer]. Mas ela não queria ir para o céu; ela queria que esse anjo vivesse entre os homens, para dar brilho àquele mundo sem-graça em que ela vivia.
Estava ela num dia normal, quando ela percebeu algo diferente no pátio em que estava: ela via uma luz. Seguiu essa luz e viu o rosto de um anjo. Como ele era lindo! Papai do Céu havia caprichado no presente! Ele era tão bonito, tão forte e ao mesmo tempo tão delicado! Como ele era lindo!
Ela havia conseguido, afinal. Ele estava ali, no seu mundo, vendo-a, falando com ela... ela mal podia acreditar! Era tudo tão perfeito, porque ele era perfeito. Tudo em que ele falava ou tocava havia luz. E essa luz, aos olhos dela, parecia inapagável e incontaminável...
Sim, incontaminável. O mundo dela era tão sujo. Será que ele se incomodaria com esse mundo horrível? Se misturaria a ele? Não! Ele era um anjo! Perfeito!
Mas não se cansavam de avisar à menina: ele não é perfeito. Essa perfeição ia enganá-la e machucá-la.
Um dia a menina acordou, e viu que seu anjo não estava mais ao lado dela. Ele havia sumido! Procurou por todos os cantos da cidade e finalmente o encontrou. Oh não! Ele estava entre os homens! Todos os seus temores haviam se concretizado!
De repente, ele não tinha mais luz. Sua face havia se derretido e sua pele limpa mostrava uma carne suja. Ela aparentemente não se abalou, ainda era o seu anjo. Seu anjo? Não, não: era o anjo dos homens, não dela. Ele havia fugido e se misturado com os homens sujos. Ela sentiu nojo. E disse, com lágrimas nos olhos:
- Por que agora é tão sujo? Você não era meu anjo, um presente do meu Pai, que tinha vindo para me amparar e iluminar?
- Anjos não sobrevivem na Terra, querida. Anjos não descem à Terra, pois o lugar deles é no Céu. Este mundo é sujo demais para que eles vivam aqui.
- E a luz angelical que você tinha?
- Isto não foi obra minha. Isso foi o seu presente de quinze anos de seu Pai, que lhe deu a oportunidade de conhecer a felicidade e as cores do Céu e nunca se esqueça de que já foi feliz... e que pode voltar a ser. Lembre-se de que a Luz não foi minha... foi dele. Eu só fui um escolhido, e quem sabe não seja o único?









História tosca ¬¬'

quarta-feira, 4 de novembro de 2009

E se não falei das flores...


Não há nada mais soberano
Que o mais belo insano...
Com suas ininteligíveis palavras
No ar jogadas
Para todo passante ouvir.

E não é só um estouro
A insanidade de um louco
Ao rir do mundo em vão.
Pois quem na parede de um hospício sobe
Se comove
Por ver semelhantes diferenciados.
Pois os loucos são felizes
E os sãos não...

De tanto se esperar a lua
Maluca na sua
Dançou entre as estrelas.
E suas belezas, mostrou-se o mar.

E por fim dos dizeres
Entre direitos e deveres
Vamos então sorrir
A alegria da insanidade
Bem a nossa vontade
Por nos fazer rir.

E se não falei das flores
Nota que os beija-flores
Voam para trás
E suas asas fazem um oito
Deitado, em seu gosto
O infinito ele nos traz.

terça-feira, 3 de novembro de 2009

'Durante toda a minha vida, entendi o amor como uma espécie de escravidão consentida. É mentira: liberdade só existe quando ele está presente. Quem se entrega totalmente, quem se sente livre, ama o máximo.
E quem ama o máximo, sente-se livre.
Por causa disso, apesar de tudo que posso viver, fazer, descobrir, nada tem sentido. Espero que este tempo passe rápido, para que eu possa voltar à busca de mim mesma - reflita em uma pessoa que me entenda, que não me faça sofrer.'
Paulo Coelho - Onze Minutos


Então porque ter medo de amar? Porque ter medo de se sentir livre?
Simplismente não entendo porque tem pessoas que renunciam a essa coisa tão linda que é o amor por puro temor. Se fosse assim creio que não fariam muitas coisas em suas vidas,. Ele é até bom as vezes, pois nos faz pensar melhor sobre certas coisas, tentar observar outras perspectivas e nos fazer tomar as escolhas que achamos mais certas.
Agora renunciar a algo que sente, lutar contra isso, viver na mentira, por simples temor de que possa estragar as coisas, ou do que os outros vão pensar?
Acho que isso não é justo consigo mesmo, nem com o outro!
É simplismente isso que eu acho, posso estar errada, mas acho que o amor vence tudo!

isso aqulo assado e colado


Daonde vim?
aonde estou?
quem sou?
o que fiz?
o que farei?
o pensei?
o pensarei?

Não sei quem sou,nem para onde vou
não sei o que fazer,não sei o que dizer

este tempo me cança.
preferia o passado...preferia o futuro..
mas como saber o que é passado presente ou futuro?
se acada segundo o que se passou é passado e o que veio é presente e o que virá é futuro?

o que sou?como fui feito?
meu corpo é barato,minhas substançias são baratas
mas minha vida é o que á de mais caro...
minha alma,meu ser é o que sou,mas nem eu a vejo,como sei que ela existe?
as informações contidas em minha mente,são da minha própria mente?ou são de outro ser que eu herdei o mesmo corpo e mente?
será que já fui outro ser em algo passado?

saber essas coisas é a vida
a vida é insana
seje insano e viva
viva cada segundo...cada momento..>
cada sentimento...
cada magoa...
antes que se arrependa

[texto ficticio,não me venham enxer a paciencia perguntando o que eu tô sintindo ou raios que for.]
ass:Oqtp